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Promovido o 1o Curso de Jurados da Raça Ideal

Redação: Giovana Petrocele

Fotos: Elder Filho

Na quinta-feira (23-04), na Casa

da Ovelha, teve início o 1º Curso de Jurados da Raça Ideal, integrando as atividades da Expoutono 2015. Encerrou na sexta-feira (24-04), com a avaliação dos técnicos.

 

O curso promovido pela Associação Brasileira de Criadores de Ideal (ABCI)  em parceria com a Arco foi ministrado pelo superintendente do Registro Genealógico da Arco e coordenador do Curso de Jurados de Ovinos, Edmundo Ferreira Gressler, contando com o auxílio dos técnicos Sérgio Munoz,  Danilo Farias, Ronaldo Costa e Milton Fernandes. A parte teórica do prática do curso foi na Cabanha Santa Ângela, de José Luiz Marona Pons.

 

Conforme Gressler, atualmente o Brasil possui três associações promocionais que já realizaram seus colegiados, a Associação da Raça Santa Inês, em Salvador (Bahia), a Associação Brasileira de Criadores de Suffolk, em Santa Maria (RS) e agora, a Associação da Raça Ideal. “Para este primeiro curso da raça ideal, a Associação já vinha se preparando nos últimos 10 anos, promovendo uma lista de jurados próprios, pessoas com conhecimentos da raça. Mas tínhamos a exigência do Mapa que essa lista fosse homologada, com os nomes oficializados”, frizou, declarando que a “A Associação está de parabéns com os dois dias de curso, que trouxeram discussões extraordinárias com objetivo de melhoramento, contemplando padrões raciais da raça”.

 

O coordenador do colégio de jurados da raça de ovinos Ideal, Milton Fernandes, da ABCI, faz questão de registrar o tempo de experiência de cada pessoa presente no Curso de Jurados. “Somados, tínhamos mais de 500 anos de experiência”, ressaltou, lembrando que “esta é a grande riqueza de uma associação de raças, a qualificação de seus membros, o que vivenciaram e tudo o que contribuíram para o crescimento da raça”.

Para Fernandes, o curso de atualização atingiu seus principais objetivos, entre os quais, fazer uma tentativa de alinhar os critérios de julgamento, de seleção, de avaliação e de comparação de animais.  

“É importante sairmos daqui pensando e fazendo as coisas mais ou menos seguindo uma sistemática, porque nos últimos anos todas as raças ovinas são carentes de alinhamento, um ano um técnico faz uma coisa, no outro altera, puxa pra outros critérios”, diz.

 

Gressler e Fernandes, ambos lembraram

que foi no Congresso Mundial, realizado em 2014 em Uruguaiana, que se deu um

novo rumo para a raça, com uma nova denominação, passando a ser uma raça mista, produtora de carne e de lã fina. “Isto abre um leque muito importante, porque daqui há pouco, dependendo deste critério de seleção, iremos inserir a raça Ideal para competir com as raças de carne, ou seja, mais uma alternativa de produção de cordeiro”, finaliza Fernandes.

 

 

 

 

 

 

 

 

EXPOFEIRA DE URUGUAIANA

 

 

 

 

 

EXPOUTONO

 

 

 

 

 

 

NESPRO 

 

 

 

 

 

 

 

NOITE DA PECUÁRIA

 

 

 

 

 

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