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Noite da Pecuária
Retirada da vacinação contra a febre aftosa foi destaque na Noite da Pecuária 

Em edição especial o ciclo de debates da “Noite da Pecuária” na 79ª Expofeira teve início pela tarde, em função dos temas serem de grande importância no meio agropecuário, principalmente o que tratou sobre a retirada da vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul.

 

O evento promovido pelo Sindicato Rural de Uruguaiana e Centro de Tecnologia em Pecuária da  Unipampa (CTPEC) contou com a participação de produtores rurais, estudantes, médicos veterinários, zootecnistas e demais profissionais ligados na área. Foram palestrantes no debate “A Retirada da Vacinação Contra a Febre Aftosa no RS” o professor Mário Celso Sperotto Brum, da Unipampa/Uruguaiana, José Fernando Pereira Doria (ex Seapa/RS e Panaftosa), Fernando Groff, fiscal estadual agropecuário da Seapa e atual coordenador do Programa de Saúde Animal – Febre Aftosa PNEFA/RS, Bernardo Todeschini, fiscal federal agropecuário do Mapa e chefe da Divisão de Defesa Agropecuária no RS e consultor ad-hoc na OIE. Mozart Turino de Farias, abordou o “Programa Sanitário em Bovinos de Corte”.

 

Na ocasião os painelistas explanaram sobre a situação do Brasil e RS em relação à febre aftosa e uma breve história da doença no mundo. Os sinais clínicos também foram abordados, assim como as deficiências e avanços no controle da doença.

 

Os produtores deixaram claro que são contra a retirada da vacinação contra a febre aftosa no Estado. O presidente do Sindicato Rural de Uruguaiana, criador Antonio Martins Bastos Neto deixou algumas indagações: “Não seria imprudente deixar de vacinar nossos rebanhos? Quem comprará do Brasil? Não seria um risco?”. Para o produtor rural Walter Arns, não existe nenhuma vantagem na retirada da vacinação contra a febre aftosa, salientando que é impossível comparar o controle sanitário do Brasil com o dos Estados Unidos, lembrando que no setor agropecuário não existe o Mercosul, o que inclui o aspecto sanitário.

 

“Queremos uma política comum a todos”, referindo-se ao controle da doença nos países vizinhos do Brasil.  Para José Fernando, com anos de trabalho na América do Sul no controle da febre aftosa, a decisão de não vacinar os bovinos no RS, é uma decisão política. Para ele, não existe retirada da vacina sem o risco.

 

 

 

 

 

 

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